Blog do Moto Grupo Leste Paulista e Sul de Minas Gerais, destinados a divulgar informações aos membros do Moto Grupo, bem como divulgar todas as viagens, reuniões, almoços, etc, de nossos denominados "passeios geriátricos-gastronômicos". Contato: Aceti .'. (PHD 2011) aceti@aceti.com.br - "É preciso viver, não apenas existir." (Plutarco) - A vida na terra inclui uma viagem anual grátis em volta do sol.
sábado, 27 de julho de 2013
sábado, 20 de julho de 2013
Entrou no ar a www.motochopperfm.com.br - a rádio do motociclista!
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Confira a programação especialmente feita por motociclista para motociclista.
Curta a programação da Moto Chopper FM enquanto navega na internet e no facebook! Click nesse link: http://streaming04.hstbr.net/player/motochopperfm
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segunda-feira, 13 de maio de 2013
A lenda do "Guardian Bell"
A lenda do "Guardian Bell"
Obs: Desconheço o autor do texto, mas foi retirado do site: http://www.machinahelmets.com.br
'Reza uma lenda americana que os Malígnos Espíritos das Estradas perseguem as motocicletas desde que existem motocicletas rodando nas estradas. Esses espíritos malignos são os principais responsáveis por problemas mecânicos, acidentes e outros acontecimentos de má sorte que acontecem ao longo da jornada de um motociclista.
Dizem que a lenda surgiu há muito tempo, quando um motociclista estava retornando do México com suas Saddle Bags cheias de presentes para crianças. Viajando sozinho e a noite, inesperadamente ele foi surpreendido por estranhas criaturas que vagavam no meio da estrada. Assustado, ele perdeu o equilíbrio e caiu com sua moto, ficando preso embaixo da mesma. A sua única reação foi pegar os brinquedos que se encontravam espalhados pela estrada e jogar nas criaturas que vinham em sua direção. Preparando-se para atirar um sino em direção as criaturas, o seu tilintar chamou a atenção de outros dois motociclistas que estavam acampados alí perto e correram para ver do que se tratava. Ao chegar e ver o homem deitado, acuado pelas estranhas criaturas, eles correram em sua direção e enfretaram as criaturas até que elas se afastassem de volta para a escuridão. O homem, agradecido, quis pagar aos dois motociclistas por sua ajuda, porém, estes se recusaram a receber qualquer pagamento. Então o homem, em sinal de agradecimento, cortou duas tiras de couro de suas Saddle Bags e amarrou um pequeno sino em cada uma das motos dos homens que lhe salvaram.
Desde então, motociclistas amarram pequenos sinos em suas motocicletas, acreditando que os Espíritos Malígnos das Estradas ficam presos dentro destes sinos, e que o tilintar constante destes os enlouquece, fazendo com que percam a capacidade de acompanhar a motocicleta, caindo ao asfalto e retornando às profundezas de onde vieram!
Os “Guardian Bell” surgiram em função dessa lenda, e hoje são presenteados a motociclistas e amarrados a milhares de motos nos Estados Unidos e em outras partes do mundo, sempre amarrados na moto bem próximo ao asfalto. Dizem que dar um Guardian Bell aumenta ainda mais o seu poder de proteção. Além de um sinal de amizade, um Guardian Bell é sinônimo de que você se preocupa com alguém que está na estrada! Espalhe essa lenda… de um "Guardian Bell" de presente para aquele companheiro de estrada que tanto gosta!
sábado, 20 de abril de 2013
Em breve: A vingança do harleyro .........
Em breve: A vingança do harleyro ...............................................................................................
segunda-feira, 25 de março de 2013
Veja as dicas para escolher e manter o seu capacete
Veja as dicas para escolher e manter o seu capacete
Existem capacetes a partir de R$ 100 até R$ 3.500. Não precisa escolher nenhum destes extremos
Um estudo recente da Escola Paulista de Medicina revelou que 68% das lesões graves com motociclistas são na cabeça. Não chega a ser novidade, afinal o cérebro é um órgão vital e é uma das primeiras partes do corpo a ser atingida em caso de colisão.
Por força da lei, o uso do capacete é obrigatório. Em cidades grandes, a adesão ao equipamento é superior a 90% e só muito raramente se vê alguém rodando de moto sem o equipamento. Mas se o capacete é item obrigatório, o que explicaria o grande número de óbitos provocados pelo trauma crânio-encefálico (TCE)?
A resposta está na forma como usam e na total falta de fiscalização do equipamento. Por ser obrigatório (em alguns países é apenas aconselhado), a maioria dos usuários de motos usam com a único objetivo de atender a lei, sem cuidado na escolha, nem com a manutenção.
Existem capacetes a partir de R$ 100 até R$ 3.500. Não precisa escolher nenhum destes extremos. Como dizia em latim "in medium est virtus" ou seja, a virtude está no meio. Um capacete na faixa de R$ 600 a R$ 1.000 oferece um bom nível de conforto e qualidade.
Algumas dicas para escolher e manter seu equipamento:
Tipos - Normalmente os capacetes são divididos em modelos abertos (que deixa o rosto exposto) e os integrais, que protegem também o queixo. É claro que o modelo integral oferece maior proteção, inclusive contra pedras e insetos que surgem no caminho do motociclista. O tipo aberto é obrigado a ter viseira ou ser usado com óculos de proteção. Óculos escuros não servem! Um modelo intermediário é usado pelos praticantes de fora-de-estrada. Tem a proteção do queixo, mas não tem viseira. Porém tem uma pala que pode forçar a cabeça para trás em alta velocidade.
Tamanho - O ideal é o capacete ficar apertado, comprimindo as bochechas. Não pode ficar folgado, porque em velocidade acima de 100 km/h ele desliza para baixo e prejudica a visão. Como ele tem uma camada grande de estireno (isopor), esse material pode alargar depois de algum período que varia conforme a intensidade de uso. Para quem veste e tira o capacete várias vezes por dia, essa camada de isopor comprime mais rapidamente. Se perceber que o capacete está largo é hora de trocar.
Viseira - Atualmente todos os bons capacetes tem viseira anti-risco, mas convém checar com o vendedor. Precisa ser clara, porque a lei proíbe as viseiras espelhadas e só permite viseira fumê durante o dia. Verifique se ao fechar a viseira ela encaixa perfeitamente, sem deixar espaço para entrar vento ou sujeira. A melhor forma de manter a viseira é limpar só com algodão.
Limpeza e higiene - Nada melhor para limpar capacete do que esponja e sabão neutro. Limpe o casco e a viseira. Depois pode encerar com polidores para plástico, inclusive a viseira. Manter a viseira polida melhora muito a visibilidade em caso de chuva. Como o capacete está sempre em contato com a pele e suor é normal acumular bactérias e fungos que causam mal cheiro. O uso de balaclava resolve boa parte, mas a maioria dos bons capacetes tem forração removível e lavável. Depois deixe secar ao sol e sempre que guardar deixe com a viseira aberta.
Manutenção - Os capacetes não requerem manutenção, porque é um equipamento que deve estar sempre novo. Normalmente no prazo de 3 a 5 anos o capacete deve ser substituído, dependendo do tipo de utilização. Mas em caso de queda deve sim ser descartado. O capacete é feito para absorver o impacto e depois de uma pancada ele pode comprometer a estrutura, mesmo que aparentemente esteja bom. Para descartar o capacete é recomendável cortar a cinta jugular ou destruir o casco, senão ele acaba na cabeça de alguém.
Regulagem - Tão importante quanto usar é saber como usar. A fivela deve ficar sempre tensionada, encostando na pelo do motociclista. Deixar a cinta jugular frouxa faz o capacete sair da cabeça em caso de acidente. Usar um capacete desafivelado é a mesma coisa que usar um boné na cabeça: só protege do sol!
Por força da lei, o uso do capacete é obrigatório. Em cidades grandes, a adesão ao equipamento é superior a 90% e só muito raramente se vê alguém rodando de moto sem o equipamento. Mas se o capacete é item obrigatório, o que explicaria o grande número de óbitos provocados pelo trauma crânio-encefálico (TCE)?
A resposta está na forma como usam e na total falta de fiscalização do equipamento. Por ser obrigatório (em alguns países é apenas aconselhado), a maioria dos usuários de motos usam com a único objetivo de atender a lei, sem cuidado na escolha, nem com a manutenção.
Existem capacetes a partir de R$ 100 até R$ 3.500. Não precisa escolher nenhum destes extremos. Como dizia em latim "in medium est virtus" ou seja, a virtude está no meio. Um capacete na faixa de R$ 600 a R$ 1.000 oferece um bom nível de conforto e qualidade.
Algumas dicas para escolher e manter seu equipamento:
Tipos - Normalmente os capacetes são divididos em modelos abertos (que deixa o rosto exposto) e os integrais, que protegem também o queixo. É claro que o modelo integral oferece maior proteção, inclusive contra pedras e insetos que surgem no caminho do motociclista. O tipo aberto é obrigado a ter viseira ou ser usado com óculos de proteção. Óculos escuros não servem! Um modelo intermediário é usado pelos praticantes de fora-de-estrada. Tem a proteção do queixo, mas não tem viseira. Porém tem uma pala que pode forçar a cabeça para trás em alta velocidade.
Tamanho - O ideal é o capacete ficar apertado, comprimindo as bochechas. Não pode ficar folgado, porque em velocidade acima de 100 km/h ele desliza para baixo e prejudica a visão. Como ele tem uma camada grande de estireno (isopor), esse material pode alargar depois de algum período que varia conforme a intensidade de uso. Para quem veste e tira o capacete várias vezes por dia, essa camada de isopor comprime mais rapidamente. Se perceber que o capacete está largo é hora de trocar.
Viseira - Atualmente todos os bons capacetes tem viseira anti-risco, mas convém checar com o vendedor. Precisa ser clara, porque a lei proíbe as viseiras espelhadas e só permite viseira fumê durante o dia. Verifique se ao fechar a viseira ela encaixa perfeitamente, sem deixar espaço para entrar vento ou sujeira. A melhor forma de manter a viseira é limpar só com algodão.
Limpeza e higiene - Nada melhor para limpar capacete do que esponja e sabão neutro. Limpe o casco e a viseira. Depois pode encerar com polidores para plástico, inclusive a viseira. Manter a viseira polida melhora muito a visibilidade em caso de chuva. Como o capacete está sempre em contato com a pele e suor é normal acumular bactérias e fungos que causam mal cheiro. O uso de balaclava resolve boa parte, mas a maioria dos bons capacetes tem forração removível e lavável. Depois deixe secar ao sol e sempre que guardar deixe com a viseira aberta.
Manutenção - Os capacetes não requerem manutenção, porque é um equipamento que deve estar sempre novo. Normalmente no prazo de 3 a 5 anos o capacete deve ser substituído, dependendo do tipo de utilização. Mas em caso de queda deve sim ser descartado. O capacete é feito para absorver o impacto e depois de uma pancada ele pode comprometer a estrutura, mesmo que aparentemente esteja bom. Para descartar o capacete é recomendável cortar a cinta jugular ou destruir o casco, senão ele acaba na cabeça de alguém.
Regulagem - Tão importante quanto usar é saber como usar. A fivela deve ficar sempre tensionada, encostando na pelo do motociclista. Deixar a cinta jugular frouxa faz o capacete sair da cabeça em caso de acidente. Usar um capacete desafivelado é a mesma coisa que usar um boné na cabeça: só protege do sol!
Vide: http://revista.webmotors.com.br/yahoo/opiniao/capacete-e-importante-/1333466655134?source=yahoo
Almoço em Joaquim Egydio - Campinas-SP, no Velho Valentim.
No dia 24/03/2013 programamos um passeio de motoca para um Almoço em Joaquim Egydio - Campinas-SP, no Velho Valentim.
Vieram Manos da Grande São Paulo-SP, de Campinas-SP, da Região de Avaré-SP, e eu (Aceti) e o Carlinho Sapatão de Espírito Santo do Pinhal - SP.
Tivemos a grata presença do Alvaro Nunes (Sobrio.'.) participando do almoço e fazendo suas filmagens!
Vieram Manos da Grande São Paulo-SP, de Campinas-SP, da Região de Avaré-SP, e eu (Aceti) e o Carlinho Sapatão de Espírito Santo do Pinhal - SP.
Tivemos a grata presença do Alvaro Nunes (Sobrio.'.) participando do almoço e fazendo suas filmagens!
Durante o percurso de saída de Espírito Santo do Pinhal até Joaquim Egydio e depois no retorno, fiz algumas fotos, as quais poderão ser vistas abaixo:
Saída de Espírito Santo do Pinhal - SP
Pedágio de Espírito Santo do Pinhal - SP - Concessionário RENOVIAS
Pedágio de Espírito Santo do Pinhal - SP - Concessionário RENOVIAS - Sentido Mogi Guaçú-SP
Pedágio de Espírito Santo do Pinhal - SP - Concessionário RENOVIAS - Passagem apertada! No formato que a ARTESP padronizou perante o MP Paulista, mas fora das medidas!
Pedágio de Jaguariúna-SP - Concessionária RENOVIAS - Sentido Campinas - SP
Pedágio de Jaguariúna - SP - Concessionário RENOVIAS - Passagem apertada! No formato que a ARTESP padronizou perante o MP Paulista, mas fora das medidas!
Despedida do Pessoal em Sousas - Campinas - SP
Pedágio de Jaguariúna - SP - Concessionário RENOVIAS - Passagem apertada! No formato que a ARTESP padronizou perante o MP Paulista, mas fora das medidas!
Pedágio de Espírito Santo do Pinhal - SP - Concessionário RENOVIAS - Passagem apertada! No formato que a ARTESP padronizou perante o MP Paulista, mas fora das medidas!
Eu (Aceti) e a Flavia, e na minha frente o Carlinho Sapatão e a Cristiana chegando em Espírito Santo do Pinhal - SP, sem pegar chuva no percurso, apenas muito calor!
Passeio Maravilhoso! Até o próximo ......
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